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Política

MPE acusa candidatos em Boa Vista por crimes eleitorais e pede cassação de mandatos

As investigações apontam para um esquema de corrupção que teria influenciado o resultado das eleições

Publicada em 19/12/24 às 10:55h

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MPE acusa candidatos em Boa Vista por crimes eleitorais e pede cassação de mandatos
O atual presidente da Câmara Municipal, Genilson Costa, e a vereadora eleita, Carol Dantas, são os principais alvos das acusações.  (Foto: Reprodução)
O Ministério Público Eleitoral (MPE) de Roraima deflagrou uma série de ações contra candidatos nas eleições municipais de Boa Vista, acusando-os de crimes eleitorais como compra de votos e abuso de poder econômico. As investigações apontam para um esquema de corrupção que teria influenciado o resultado das eleições.

Genilson Costa e Carol Dantas

O atual presidente da Câmara Municipal, Genilson Costa (Republicanos), e a vereadora eleita, Carol Dantas (PSD), são os principais alvos das acusações. 

De acordo com o MPE, Genilson liderou um esquema de compra de votos, utilizando recursos não declarados. 

As investigações encontraram provas de que foram gastos mais de R$ 4 milhões em propinas, um valor muito superior ao patrimônio declarado pelo candidato.

Carol Dantas, por sua vez, é acusada de abuso de poder por utilizar um influenciador digital para divulgar sua campanha nas redes sociais. Essa prática, segundo o MPE, desequilibrou a disputa eleitoral.

Para a Promotora de Justiça Eleitoral, Ilaine Pagliarini, os crimes eleitorais devem ser punidos. "Nestas eleições nós atuamos arduamente para combater os crimes eleitorais. Foram realizadas várias operações com a intenção de resguardar o pleito. É importante que os candidatos e toda a sociedade entenda que compra de votos e outros crimes que ocorrem no período eleitoral, violam a democracia e devem ser penalizados", ressaltou a Promotora de Justiça.

Juliana Garcia e Sandro Baré

As candidatas Juliana Garcia e Sandro Baré também foram alvo de ações eleitorais.

 Juliana foi indiciada por compra de votos, com a apreensão de R$ 77 mil em dinheiro durante as investigações. 

Sandro Baré é acusado de abuso de poder econômico por gastar mais de R$ 871 mil em campanha, um valor que não foi declarado à Justiça Eleitoral.




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